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Psicoterapia para adolescentes

Um lugar seguro para a mente em formação.

A adolescência é intensa: descobertas, pressões, mudanças no corpo e nas relações. A terapia oferece um espaço para o adolescente ser ouvido de verdade — e para a família entender como apoiar.

  • Empatia
  • Confiança
  • Proximidade
  • Acolhimento
  • Escuta
  • Equilíbrio

Por que a adolescência merece um olhar especial

Foi com adolescentes que descobri minha vocação. É uma fase de construção de identidade, em que as emoções são vividas com muita força e nem sempre existem palavras para explicar o que se sente.

Pressão escolar, vestibular, redes sociais, conflitos em casa e com amigos: tudo isso pode se transformar em ansiedade. Quando não encontra espaço, esse sofrimento costuma aparecer em forma de irritação, isolamento ou queda no rendimento.

Quando procurar ajuda

  • Ansiedade antes de provas, apresentações ou do vestibular
  • Isolamento, tristeza ou irritabilidade frequentes
  • Mudanças bruscas no sono ou na alimentação
  • Dificuldades nas amizades ou conflitos em casa
  • Autocobrança excessiva e medo de errar
  • Baixa autoestima e comparação constante nas redes

Como funciona o atendimento

O processo começa com uma conversa com os responsáveis, para entender o contexto e alinhar expectativas. Depois, as sessões acontecem com o adolescente, em um espaço só dele, com linguagem próxima e sem julgamentos.

O sigilo é parte fundamental do vínculo: o que o adolescente compartilha é preservado. Os responsáveis participam de encontros pontuais de orientação, sempre com respeito à privacidade do jovem, e são informados em situações de risco, como prevê o Código de Ética.

Para os pais e responsáveis

Buscar ajuda não significa que vocês falharam. Pelo contrário: é um gesto de cuidado. Estou aqui também para ajudar a família a compreender o que o adolescente está vivendo e a encontrar formas mais leves de se comunicar.

Perguntas comuns

Dúvidas frequentes

A partir de que idade você atende?

Atendo adolescentes e jovens. Entre em contato para conversarmos sobre a idade e a situação específica, e eu te oriento sobre o melhor caminho.

Os pais ficam sabendo do que é falado nas sessões?

Não em detalhes. O sigilo é essencial para que o adolescente confie no processo. Os responsáveis recebem orientações gerais e são comunicados apenas em situações de risco, como previsto no Código de Ética do psicólogo.

E se meu filho não quiser fazer terapia?

É comum haver resistência no início. Uma conversa inicial, sem compromisso, costuma ajudar o adolescente a entender que a terapia é um espaço dele, e não uma punição.

Vamos cuidar juntos dessa fase?

Responsáveis podem me chamar para uma conversa inicial e tirar todas as dúvidas.

(16) 99171-9562